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O sexo dos anjos

30
Out17

All is not lost

por Cila

All is not lost (Nem tudo está perdido) é uma campanha da Policia de Leicestershire, no Reino Unido, destinada a ajudar as vítimas de violação a apresentar queixa na polícia de modo a garantir justiça para tão horrível crime e para punir severamente o agressor.

Através de uma séria de filmes, realizados por atores profissionais, a campanha pretende apoiar as vitimas incentivando a rápida divulgação dos delitos, preservando as evidencias e desafiando o preconceito e os equívocos. É também uma campanha sobre mudança na mentalidade necessária para desafiar equívocos e olhar para além daquilo que pensamos saber.

Embora ficcional, trata-se de um cenário muito familiar. Começa com uma violação que vai levar o espectador a uma situação de desconforto com o objetivo de levantar questões importantes para todos e desencadear o debate.

Sem dúvida, uma ação que se podia copiar e aplicar por cá. Porque, “Nem tudo está perdido”.

 

27
Out17

28 milhões de raparigas em África sem acesso à educação

por Cila

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Texto escrito por Rita Silva Avelar para a Maxima

 

Cerca de 67% das raparigas na África Ocidental e Central desistem da escola porque passaram por situações violentas ou de assédio sexual.

Um novo relatório da associação Save The Children e do The Regional Coordination Group para o programa SDG4-Education 2030 revela que 28 milhões de raparigas na África Ocidental e Central não têm acesso à educação. Os números mostram que estas zonas do continente africano estão entre as que precisam de mais ajuda para garantir aquilo a que todas as crianças deviam ter direito: conhecimento.

 

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25
Out17

Bruxelas enfrenta acusações de assédio sexual

por Cila

Bruxelas enfrenta demónios.jpg

Segundo o Politico.eu, portal de informação política especializado na Europa, Bruxelas enfrenta os seus próprios demónios de assédio sexual.

À medida que os deputados se preparam para debater a violência sexual e o assédio, as suas próprias políticas e procedimentos do Parlamento Europeu para lidar com alegações graves estão a ser examinados.

 O debate desta quarta-feira em Estrasburgo ocorre em plena discussão generalizada sobre o assédio sexual na sequência de alegações contra o produtor de Hollywood, Harvey Weinstein.

 Vítimas de alegadas violências sexuais, incluindo violações por funcionários do Parlamento e legisladores, dizem que enfrentam muitas dificuldades para que suas queixas sejam ouvidas e não confiam no sistema que as deveria proteger. 

O Parlamento Europeu é acusado de manter uma "cultura do silêncio" em que os problemas são deliberadamente mantidos dentro de casa.

 Em comunicado à imprensa nesta segunda-feira, o presidente do Parlamento, Antonio Tajani, disse que a assembleia possui procedimentos bem estabelecidos para enfrentar o assédio, incluindo um comité consultivo que "não recebeu queixas formais sobre assédio sexual".

 No entanto, quatro mulheres, que se identificaram como funcionárias parlamentares, disseram ao POLITICO.eu que apresentaram queixas ao Parlamento, incluindo dois supostos casos de violação por colegas. 

Mais de 30 queixas de violação e assédio ligados ao Parlamento Europeu foram feitas na semana passada, tanto de mulheres como de homens, através de um formulário confidencial publicado no boletim informativo da Politico's Brussels Playboock newsletter.

É hora de quebrar o silêncio, é hora de perder a vergonha, é hora de apoiar as vítimas de assédio sexual a falar.

 

23
Out17

Jacinda Ardern, a primeira-ministra mais jovem da Nova Zelândia

por Cila

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Carismática moderna e liberal, Jacinda Ardern será a primeira-ministra mais jovem da história da Nova Zelândia depois de aceitar uma aliança governamental com o partido os verdes e com os nacionalistas da Nova Zelândia. Terminará assim uma década do poder conservador do Partido Nacional.

 

Nascida a 26 de julho de 1980, em Hamilton, na Ilha do Norte, Ardern foi criada nas cidades de Morrinsville e Murupara, cidades essas onde 16% das crianças vivem em casas para desempregados e 11% dos menores de 15 anos sofrem de carências alimentares.

 Dos seus anos em Murupara, a próxima primeira-ministra da Nova Zelândia lembra que viu "o impacto da falta de trabalho e esperança e o que acontece quando não se investe nas crianças". 

Ardern, que vive com o marido em Auckland e não tem filhos, juntou-se ao Partido Trabalhista aos 17 anos. Quando apresentou sua candidatura, um jornalista perguntou-lhe se ela pensava ter filhos, o que gerou uma grande controvérsia por causa do sexismo intrínseco da questão. "A decisão de ter filhos diz respeito às mulheres e não deve predeterminar suas oportunidades de emprego", respondeu.

 A sua vitória marca o surgimento de novos líderes, jovens e empreendedores, tais como, Justin Trudeau no Canadá, Emmanuel Macron em França, ou mesmo com Barack Obama nos EU. Estamos a marcar pontos!  

 

19
Out17

Ministro Marroquino dos Direitos Humanos considera “lixo” a homossexualidade

por Cila

Mustafa Ramid.jpg

Sabiam que Marrocos tem um ministro dos Direitos Humanos? Pois, é verdade. Este senhor, Mustafa Ramid, ministro dos Direitos Humanos em Marrocos, veio publicamente manifestar que considera os homossexuais como "lixo" e que Marrocos não está preparada para aceitar a "porcaria" que são os gays.

"A homossexualidade ainda é um crime punível com a lei marroquina e é também inaceitável na nossa sociedade".

 Ramid, que antes de ser ministro dos Direitos Humanos era ministro da Justiça, nunca escondeu suas opiniões sobre gays e em numerosas ocasiões disse que a sociedade marroquina "não está pronta" para aceitar a homossexualidade que a lei condena com até 3 anos de prisão. 

Ramid acabou de participar em Genebra na "revisão periódica universal" sobre os Direitos Humanos, onde apresentou algumas melhorias para o seu país, mas não tocou nas questões mais espinhosas, como a proibição da homossexualidade, as relações sexuais extraconjugais, a violação do jejum no Ramadão ou a conversão para qualquer religião que não seja o Islão. 

Bolas, e é este senhor ministro dos Direitos Humanos, imagine se não fosse? 

18
Out17

Mulheres na história - Dorothy Vaughan, Katherine Johnson e Mary Jackson

por Cila

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Actrizes Janelle Monáe, Taraji P. Henson e Octavia Spencer

 

Em pleno programa espacial, a NASA via-se pressionada para colocar um homem no espaço, já que a Rússia lhes estava um passo à frente. A NASA debatia-se com um enorme problema, encontrar matemáticos que lhes permitisse trazer de volta, em segurança, os seus pilotos espaciais.

A solução foi encontrada, inesperadamente, em três mulheres cientistas de raça negra ao seu serviço de nome, Katherine Johnson, Dorothy Vaughan e Mary Jackson. Numa época em que, sendo mulher, era extremamente difícil trabalhar na NASA, muito menos sendo mulher negra, elas lutaram e trabalharam arduamente pelo reconhecimento das suas capacidades, enfrentaram preconceitos, até que foram, finalmente, integradas na equipa.

Sem o seu trabalho a NASA não teria conseguido atingir o objetivo de colocar um homem na lua.

A história destas mulheres deu origem ao filme Hidden Figures de 2016, tendo sido nomeado para os Óscares em várias categorias.

Este é um dos muitos exemplos de mulheres que tudo enfrentaram para conquistar o seu lugar na Historia. Vale muito a pena ver o filme e conhecer a sua luta.

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