Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

O sexo dos anjos

21
Nov17

Comissão Europeia anuncia plano para acabar com a disparidade salarial entre homens e mulheres

por Cila

igualdade-salarial.jpg

No passado dia 2 de Junho falei aqui http://osexodosanjos.blogs.sapo.pt/trabalhadoras-portuguesas-tem-mais-6316 da questão da desigualdade na retribuição salarial entre homens e mulheres,  no acesso a lugares mais destacados nas empresas e na progressão das carreiras. Este é um assunto que me toca profundamente desde o início da minha vida profissional uma vez que sempre me considerei descriminada em favor de colegas do sexo masculino, embora desempenhasse tão bem ou melhor as mesmas funções.

 

LER MAIS )

 

15
Nov17

ONU - Convenção anticorrupção

por Cila

UNCAC_Status_Map_Current_Small_maponly.jpg

Signatories: 140
Parties: 183
Status as of:
3 October 2017

 

Segundo as Nações Unidas, todos os anos, mais de 1,5 triliões de dólares são pagos em subornos em todo o mundo. Se esse dinheiro fosse aplicado nos sectores da educação e da saúde, milhões de crianças poderiam estudar e milhões de vidas poderiam ser salvas.

183 países já assinaram e ratificaram a convenção da ONU contra a corrupção, entre eles,  Portugal. Para conferir consulta a lista em http://www.unodc.org/unodc/en/corruption/ratification-status.html.

 

LER MAIS )

 

 

 

 

 

 

08
Nov17

O dia em que as mulheres da Islândia entraram em greve

por Cila

 

Icelands women went on srike1.jpg

No dia 24 de Outubro de 1975, decorria o ano pós revolução dos cravos em Portugal, as mulheres da Islândia resolveram entrar em greve para reivindicar a sua emancipação. Naquele dia elas recusaram-se a trabalhar, a cozinhar e a tratar das crianças por um dia. Foi o momento que mudou definitivamente a forma como as mulheres eram vistas e que ajudou a colocar a Islândia na vanguarda da luta pela igualdade.No ano seguinte o parlamento aprovou uma lei garantindo igualdade salarial.

Em Novembro de 1980 Vigdis Finnbogadottir, mãe solteira, divorciada, foi eleita presidente da Islândia, tornando-se a primeira mulher a ser presidente na Europa e a primeira mulher a ser democraticamente eleita como chefe de estado. Ocupou o lugar por 16 anos e a Islândia passou a ser conhecida como “o país mais feminista do mundo”.

 Vigdis Finnbogadottir sempre disse que nunca teria sido presidente se o tão famoso dia 24 de Outubro de 1975, dia em que 90% das mulheres do país decidiram demonstrar a sua importância fazendo greve, não tivesse acontecido. “ O que aconteceu naquele dia foi o primeiro passo para a emancipação das mulheres na Islândia, paralisou completamente o país e abriu os olhos de muitos homens. Bancos, fabricas e lojas tiveram que fechar, tal como escolas e creches, obrigando os pais a levar os filhos para o trabalho”. Foi uma longa sexta-feira.

Mulheres na história, para não esquecer...

27
Out17

28 milhões de raparigas em África sem acesso à educação

por Cila

28 milhoes de raparigas sem direito a educação.j

Texto escrito por Rita Silva Avelar para a Maxima

 

Cerca de 67% das raparigas na África Ocidental e Central desistem da escola porque passaram por situações violentas ou de assédio sexual.

Um novo relatório da associação Save The Children e do The Regional Coordination Group para o programa SDG4-Education 2030 revela que 28 milhões de raparigas na África Ocidental e Central não têm acesso à educação. Os números mostram que estas zonas do continente africano estão entre as que precisam de mais ajuda para garantir aquilo a que todas as crianças deviam ter direito: conhecimento.

 

LER MAIS )

 

25
Out17

Bruxelas enfrenta acusações de assédio sexual

por Cila

Bruxelas enfrenta demónios.jpg

Segundo o Politico.eu, portal de informação política especializado na Europa, Bruxelas enfrenta os seus próprios demónios de assédio sexual.

À medida que os deputados se preparam para debater a violência sexual e o assédio, as suas próprias políticas e procedimentos do Parlamento Europeu para lidar com alegações graves estão a ser examinados.

 O debate desta quarta-feira em Estrasburgo ocorre em plena discussão generalizada sobre o assédio sexual na sequência de alegações contra o produtor de Hollywood, Harvey Weinstein.

 Vítimas de alegadas violências sexuais, incluindo violações por funcionários do Parlamento e legisladores, dizem que enfrentam muitas dificuldades para que suas queixas sejam ouvidas e não confiam no sistema que as deveria proteger. 

O Parlamento Europeu é acusado de manter uma "cultura do silêncio" em que os problemas são deliberadamente mantidos dentro de casa.

 Em comunicado à imprensa nesta segunda-feira, o presidente do Parlamento, Antonio Tajani, disse que a assembleia possui procedimentos bem estabelecidos para enfrentar o assédio, incluindo um comité consultivo que "não recebeu queixas formais sobre assédio sexual".

 No entanto, quatro mulheres, que se identificaram como funcionárias parlamentares, disseram ao POLITICO.eu que apresentaram queixas ao Parlamento, incluindo dois supostos casos de violação por colegas. 

Mais de 30 queixas de violação e assédio ligados ao Parlamento Europeu foram feitas na semana passada, tanto de mulheres como de homens, através de um formulário confidencial publicado no boletim informativo da Politico's Brussels Playboock newsletter.

É hora de quebrar o silêncio, é hora de perder a vergonha, é hora de apoiar as vítimas de assédio sexual a falar.

 

23
Out17

Jacinda Ardern, a primeira-ministra mais jovem da Nova Zelândia

por Cila

Jacinda-Ardern-invite-image.jpg

Carismática moderna e liberal, Jacinda Ardern será a primeira-ministra mais jovem da história da Nova Zelândia depois de aceitar uma aliança governamental com o partido os verdes e com os nacionalistas da Nova Zelândia. Terminará assim uma década do poder conservador do Partido Nacional.

 

Nascida a 26 de julho de 1980, em Hamilton, na Ilha do Norte, Ardern foi criada nas cidades de Morrinsville e Murupara, cidades essas onde 16% das crianças vivem em casas para desempregados e 11% dos menores de 15 anos sofrem de carências alimentares.

 Dos seus anos em Murupara, a próxima primeira-ministra da Nova Zelândia lembra que viu "o impacto da falta de trabalho e esperança e o que acontece quando não se investe nas crianças". 

Ardern, que vive com o marido em Auckland e não tem filhos, juntou-se ao Partido Trabalhista aos 17 anos. Quando apresentou sua candidatura, um jornalista perguntou-lhe se ela pensava ter filhos, o que gerou uma grande controvérsia por causa do sexismo intrínseco da questão. "A decisão de ter filhos diz respeito às mulheres e não deve predeterminar suas oportunidades de emprego", respondeu.

 A sua vitória marca o surgimento de novos líderes, jovens e empreendedores, tais como, Justin Trudeau no Canadá, Emmanuel Macron em França, ou mesmo com Barack Obama nos EU. Estamos a marcar pontos!  

 

19
Out17

Ministro Marroquino dos Direitos Humanos considera “lixo” a homossexualidade

por Cila

Mustafa Ramid.jpg

Sabiam que Marrocos tem um ministro dos Direitos Humanos? Pois, é verdade. Este senhor, Mustafa Ramid, ministro dos Direitos Humanos em Marrocos, veio publicamente manifestar que considera os homossexuais como "lixo" e que Marrocos não está preparada para aceitar a "porcaria" que são os gays.

"A homossexualidade ainda é um crime punível com a lei marroquina e é também inaceitável na nossa sociedade".

 Ramid, que antes de ser ministro dos Direitos Humanos era ministro da Justiça, nunca escondeu suas opiniões sobre gays e em numerosas ocasiões disse que a sociedade marroquina "não está pronta" para aceitar a homossexualidade que a lei condena com até 3 anos de prisão. 

Ramid acabou de participar em Genebra na "revisão periódica universal" sobre os Direitos Humanos, onde apresentou algumas melhorias para o seu país, mas não tocou nas questões mais espinhosas, como a proibição da homossexualidade, as relações sexuais extraconjugais, a violação do jejum no Ramadão ou a conversão para qualquer religião que não seja o Islão. 

Bolas, e é este senhor ministro dos Direitos Humanos, imagine se não fosse? 

18
Out17

Mulheres na história - Dorothy Vaughan, Katherine Johnson e Mary Jackson

por Cila

REAL HIDDEN FIGURES.jpg

HIDDEN FIGURES.jpg

Actrizes Janelle Monáe, Taraji P. Henson e Octavia Spencer

 

Em pleno programa espacial, a NASA via-se pressionada para colocar um homem no espaço, já que a Rússia lhes estava um passo à frente. A NASA debatia-se com um enorme problema, encontrar matemáticos que lhes permitisse trazer de volta, em segurança, os seus pilotos espaciais.

A solução foi encontrada, inesperadamente, em três mulheres cientistas de raça negra ao seu serviço de nome, Katherine Johnson, Dorothy Vaughan e Mary Jackson. Numa época em que, sendo mulher, era extremamente difícil trabalhar na NASA, muito menos sendo mulher negra, elas lutaram e trabalharam arduamente pelo reconhecimento das suas capacidades, enfrentaram preconceitos, até que foram, finalmente, integradas na equipa.

Sem o seu trabalho a NASA não teria conseguido atingir o objetivo de colocar um homem na lua.

A história destas mulheres deu origem ao filme Hidden Figures de 2016, tendo sido nomeado para os Óscares em várias categorias.

Este é um dos muitos exemplos de mulheres que tudo enfrentaram para conquistar o seu lugar na Historia. Vale muito a pena ver o filme e conhecer a sua luta.

Sobre Mim

foto do autor

Instagram

@lucdiogo

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D